segunda-feira, 14 de maio de 2012

Dieta

Hoje iniciei finalmente a verdadeira dieta.
20 kilos a perder, mas 15 já será muito bom.

Para já estou animada. Já passou a manhã e a hora de almoço no trabalho, que normalmente são críticas! Mas não tive tentação de ir buscar nada. Os resultados esperam-me.

Next step é mesmo mandar vir a minha bicicleta de portugal. mas isso talvez so depois das ferias de verão...até lá, caminhadas e ginásio (a empresa comrpou um passe coelctivo para um ginásio e vou aproveitar a borla!)...daqui a 2 semanas se nao começar a ver resultados decentes intensifico o esforço físico.

10 kg num ano foi o que ganhei.... isto foi muito mau!!

domingo, 22 de abril de 2012

As voltas que a vida dá...

O meu país abandonou-me há quase um ano.

Bem, para dizer a verdade, já me tinha abandonado há mais tempo...eu é que estava demasiado cega, cega o suficiente para confundir as sombras com a presença de algum apoio, incentivo, motivação...

Já lá vai quase um ano que viajei, com apenas uma mala de mão, cheia de esperanças e desilusões.
Aos poucos, tanto a esperança como as desilusões foram sendo apagadas pelo tempo.
Percebi que isto aqui não era nenhum mar de rosas. Mas, ao mesmo tempo,  aquilo que considerava desilusão começava a transformar-se em lições que carregarei para a vida.

Desisti? Senti que sim. Passei por fases de arrependimento e de saudade. Senti-me perdida. Senti-me fora do meu lugar.

Com o decorrer do tempo, ao encontrar um emprego e uma casa para morar, os sentimentos mudaram. Do emprego, um suspiro profundo adveio do fim das enormes dificuldades financeiras. Não sou rica nem vivo desafogada, mas nada do essencial me falta, como no passado tantas vezes me faltara. Do emprego, também, satisfação por fazer uma coisa que gosto, num local que gosto, com pessoas de quem gosto. Fora um determinado energúmeno que assombra esse lado da minha vida, tudo resto decorre relativamente bem e com tranquilidade. Dou o melhor de mim, e sinto-me recompensada, e por isso sou feliz nesse campo.
Do facto de encontrar casa, veio a estabilidade, o encontro do meu espaço, que tanto valorizo. E os amigos, poucos, muito poucos, vão surgindo. Não há tempo para muitos, nem eu o queria. Aprendi há muito que quantidade não significa necessariamente qualidade, e que ai dividirmo-nos demasiado, temos pouco a dar de nós. E eu gosto de dar muito. Confesso que, hoje em dia, dou muito pouco. Vou dando aos poucos, sempre com o medo e a desconfiança no subconsciente. Mas vou dando, devagar, como deveria ter feito sempre. Do facto de encontrar casa, a vida foi-se enchendo. Aquilo que era inicialmente uma pequena mala de mão, hoje é um conjunto de malas enorme; movéis; aparelhos electrónicos; livros, filmes, jogos; cortinados, roupas de cama, pratos, tachos e talheres.

Quase um ano depois, os medos não me abandonaram.
Quase um ano depois percebi que, finalmente, abandonei o meu país. E só faltava isso para poder dizer que estou em casa... A nossa casa é onde nos sentimos bem. Duvido que me sentisse melhor lá, em Portugal, apesar do sol, da praia e do mar. Duvido mesmo que a vida fosse melhor do que é aqui.

Se pudesse ter aqui todos os que mais amo, da família e dos amigos, este sítio seria simplesmente perfeito.

domingo, 8 de abril de 2012

Desculpem a ausência...

Há muito, há sempre muito para contar... mas cheguei a um ponto em que não sei o que escrever. Transformei, inconscientemente, este blog num relato sobre o meu emprego, e essa não era de todo a minha ideia... e por isso evitei vir aqui e escrever, sempre sobre o mesmo...

Falta-me tempo, mas principalmente faltam-me temas que se afastem daquela que é basicamente e minha vida: trabalho casa, casa trabalho.

Não sei que rumo dar a este canto...

PS: no trabalho melhorou um pouco, mas voltou a piorar. o psicopata está a revelar-se cada vez mais...
PS2: de resto estou bem e feliz:)

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

E para terminar...

...hoje, sob pressão da direcção, fui falar com o gajo.
Deu-me as razões dele...que eu refutei.
Argumentei que mesmo que fossem verdade, não era razão para se dizer o que ele disse.

Respondeu-me que não ia pedir desculpa, pois para ele, o que disse tem todas as razões para ser dito.

Minha resposta: não quero desculpas tuas. Mas gostava que a partir de hoje houvesse um minimo de respeito.

E ficou por aqui.
Comuniquei à direcção, e deram-me os parabéns pela minha coragem e maturidade...ya... era mesmo isso que me faltava...

Enfim, tanta desilusão de repente só me dá vontade de mandar tudo ao ar.

E espero que a história tenha acabado aqui.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Que desilusão

A direcção falou com ele na sexta feira.
Nunca esperei que isto acontecesse, mas afinal fui eu quem ficou mal vista na história: ele fez-se de coitadinho, disse que por causa das coisas que eu escrevo no facebook (nao escrevi nada de nada sobre ele!!) lhe estão a destruir o casamento!!!!
A direcção hoje falou comigo e disse-me que realmente era muito complicado e blá blá blá... enfim.... sinto-me tão desiludida que nem tenho palavras.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Ainda não há novidades...

... Não falaram com ele...ainda.
Ele continuou com mais ameaças na sexta feira(agora as físicas são sempre as mais evidentes)
Eu fui à direcção dizer que até me demitia, mas que isso não iria resolver a situação...pois hoje sou eu, amanhã é outra pessoa. Irá sempre haver um bode expiatório para aquela pessoa descompensada.
No meio disto, quem mais me pressionou para pôr um fim na situação acobardou-se e "não quer ser envolvida"...
Assim se vê com quem se pode contar...com nós próprios e mais ninguém...a verdade é essa.

Estou muito desiludida...
Mas também sinto que fiz o que devia e estou disposta a arcar com as consequências, pois agi em consciência.
Se correr mal, não vou ver mais algumas daquelas pessoas, inclusivé aquelas que se diziam tão minhas amigas -e em quem felizmente nunca confiei cegamente.
Se correr bem, pelo menos já vi com o que posso contar do lado delas: cobardia...

Até breve...

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Cenas @work (continuação)

Lá fora a neve não dá tréguas. Mesmo assim, após uma semana em que as temperaturas conseguiram chegar aos -20º, posso respirar um bocadinho sem morrer congelada. Agora já SÓ estão -5/-7...calorzinho, portanto.

Onde as coisas se mantém quentes e bem quentes é no emprego. Nada melhorou. O gajo, como não me pode atingir, porque eu ignoro, continuo a ignorar, ataca por todos os lados que consegue. Hoje conseguiu fazer (mais uma vez) chorar uma das minhas colegas - que é também uma das pessoas que está sempre comigo e com quem me dou melhor. Já não há paciência para as ameaças, explosões, insultos... E eu sei, porque já vi, que se hoje é comigo daqui a uns dias pode ser com outra pessoa. E por isso resolvi ir falar de novo com a directora dos RH. contei-lhe que as coisas não melhoram, que ele faz a vida das pessoas que trabalham ao pé dele um inferno, e que não conseguia mais conviver com esta situação. Ela ia/vai falar com ele hoje ao fim da tarde ou amanha de manhã.

Claro que elas estão cheias de medo dele. E eu compreendo...é mesmo para ter porque já não sabemos até que ponto pode chegar aquela mente insana! Têm medo, medo das consequências - ser despedidas, ser espancadas, enfim...tudo o que se possa imaginar que uma pessoa possa provocar noutra. Pediram-me para falar com ele. Eu recusei. Recusei porque não ia dar em nada e além de me ir rebaixar para alguém que me tratou e «fez» tão mal, ia ficar eu "na merda" e dar razão para o gajo se vangloriar e sentir vitorioso. A directora concordou comigo. E por isso ia/vai ela falar com ele.

O dia D, se a conversa já se deu ou se efectivamente se der, será amanhã. A reacção dele é um enigma. Para elas, será muito má. Acham que ele vai explodir e levar tudo à frente, sacar de uma faca e matar quem lhe aparecer. Eu, sinceramente, tenho esperança que ele seja o típico cobarde: só se sente poderoso até alguém o enfrentar a valer.

A ver vamos...não tenho medo...estou expectante. A bem dizer, em pulgas....só quero é que isto acabe de uma vez...e ninguém seja despedido (se for alguem que seja ele, mas também não lhe desejo isso).